A banalidade do mal, a que Arendt se referia nos tempos de totalitarismo, brota do coração e não do sistema político. O covarde ataque a Bolsonaro não pode ser atribuído “à esquerda" como uma entidade abstrata representada em um ato banal. Um cidadão comum, com coração cheio de idolatria política, não conseguiu apenas escutar e discordar, mas viu alguém como inimigo e mostrou como o mal é banal.

O candidato vitimado é uma pessoa, um pai de família, é gente. Estarreceu-me ouvir professores universitários dizendo que a culpa foi da vítima (Bolsonaro), fiquei perplexo ao escutar que buzinaços foram feitos em comemoração, e espantou-me ler tantos lamentos porque o candidato não morreu. Quantos corações idólatras da política, que banalizaram o mal, o criminoso de hoje representa?

O mal político mostra a banalidade a que chegamos como nação. A idolatria, da esquerda ou da direita, é um problema religioso ambidestro. De fato, os tempos mudam, mas a banalidade do mal político sopra sobre as profundezas de corações idólatras.  Que Deus ajude que o ser humano Bolsonaro se recupere logo.

Autor

Anderson Paz

Anderson Paz

🏠 João Pessoa - PB
Cristão, casado com Karol Evangelista, bacharelando em Direito, formado em Teologia.

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